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Land art

Andy Goldsworthy

Reino Unido · n. 1956

Folhas, ramos, pedras e gelo, compostos no lugar. A obra desaparece; fica a fotografia.

Goldsworthy trabalha ao ar livre com o que encontra no lugar: folhas ordenadas por cor, ramos, pedras equilibradas, gelo. Muitas obras duram horas ou dias, até o vento, a chuva ou a maré as desfazerem.

A fotografia faz parte do trabalho: é a forma de guardar e partilhar uma obra que foi feita para mudar e desaparecer. Também faz obras permanentes, como muros, cones de pedra e linhas de troncos.

Obras

Wood Line · Presidio, São Francisco Foto: Daderot · CC0 · Wikimedia Commons
Troncos de eucalipto deitados no chão de um bosque formando uma linha sinuosa entre as árvores
Wood Line · Presidio, São Francisco
Cairn · 1997 · ardósia Foto: GailLeenstra · CC BY-SA 3.0 · Wikimedia Commons
Cone de lascas de ardósia empilhadas, em forma de ovo, num terreno com árvores
Cairn · 1997 · ardósia
Andy Goldsworthy a trabalhar Foto: Bride of Frankenstein from Williston, VT, United States of A · CC BY 2.0 · Wikimedia Commons
Andy Goldsworthy, de luvas, a trabalhar numa instalação
Andy Goldsworthy a trabalhar
Spire · Presidio, São Francisco Foto: Daderot · CC0 · Wikimedia Commons
Escultura alta e pontiaguda feita de troncos de árvore, a erguer-se contra o céu azul
Spire · Presidio, São Francisco
Striding Arch · Colt Hill, Escócia Foto: Leslie Barrie · CC BY-SA 2.0 · Wikimedia Commons
Arco de pedra vermelha numa colina coberta de erva, sob céu nublado
Striding Arch · Colt Hill, Escócia
Cone de troncos · Yorkshire Sculpture Park Foto: Nicholas Smale from Stockport, UK · CC BY 2.0 · Wikimedia Commons
Grande forma de ovo feita de troncos empilhados dentro de uma sala
Cone de troncos · Yorkshire Sculpture Park
Sala de ramos · Yorkshire Sculpture Park Foto: Nicholas Smale from Stockport, UK · CC BY 2.0 · Wikimedia Commons
Sala escura com milhares de ramos entrelaçados nas paredes e no teto
Sala de ramos · Yorkshire Sculpture Park

Explorar a obra · pormenor a pormenor

Wood Line, Andy Goldsworthy

Troncos de eucalipto deitados no chão de um bosque formando uma linha sinuosa entre as árvores

Escolher um pormenor para aproximar a imagem. 0 de 4 explorados.

Foto: Daderot · CC0 · Wikimedia Commons

Observação guiada

Leitura de obra

Wood Line · Presidio, São Francisco Foto: Daderot · CC0 · Wikimedia Commons
Troncos de eucalipto deitados no chão de um bosque formando uma linha sinuosa entre as árvores
Wood Line · Presidio, São Francisco
  1. Descrever — inventariar o que se vê, sem juízos: materiais, formas, cores, lugar.
  2. Analisar — perceber como está organizado: composição, ritmo, escala, relações.
  3. Interpretar — propor sentidos, apoiados no que foi descrito e analisado.
  4. Julgar — avaliar a obra com critérios explícitos e fundamentar a posição.

Modelo de leitura em quatro etapas (Feldman). Pensar em cada pergunta antes de abrir o contexto. Nas etapas de interpretar e julgar há mais do que uma resposta válida: o que conta é a fundamentação.

  1. Descrever

    Que materiais e que lugar se veem? Descrever sem interpretar.

  2. Analisar

    Que linhas, ritmos ou padrões se veem?

  3. Interpretar

    O que aconteceria a esta obra daqui a um ano?

  4. Julgar

    Uma linha de troncos que fica anos num bosque é tão «leve» como uma composição de folhas que dura uma tarde? Que critérios usar para avaliar o impacto de uma obra na paisagem?

Questões complementares
  • Uma obra efémera é menos «obra» do que uma permanente?
  • A fotografia de uma obra de land art é a obra, ou apenas um registo?

Missões com Andy Goldsworthy

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